Quem Somos

A nossa missão

A principal missão do Colegio Academia dos Principes é desenvolver um projecto de excelência na área do ensino da 1ª Infância (creche - 3 meses aos 3 anos) e Jardim de Infância (dos 3 aos 6 anos), inovador e diferenciador, que satisfaça as exigentes necessidades diárias de crianças e pais.

Existirá uma preocupação constante em garantir um papel participativo de todos, salvaguardando o bem-estar da criança e fomentando uma proximidade e preocupação dos pais na educação diária dos seus filhos..

Quem Somos

O Colégio Academia dos Príncipes é um colégio de carácter particular, situada em Telheiras-Lumiar, nasceu em 2008, com um projecto e instalações dedicadas aos nossos Principes, composto pelas valências de creche e jardim-de-infância. Com mais interrogações do que certezas e, partindo de uma forma de agir não acomodada, temos vindo a desenvolver um sólido processo educativo.
Partindo de objetivos comuns como o bem-estar emocional, físico e intelectual das crianças, procuramos funcionar em sintonia com as famílias, dada a importância desta ligação e dos contributos mútuos. Vemos assim a Instituição Escolar como um prolongamento da família, acreditando, na criação sentida e pensada de um ambiente familiar no dia-a-dia do Colégio Academia dos Principes.

Objetivos

No contexto que é Telheiras, numa realidade concreta, num colégio aberto, os Directores, a Coordenadora Técnica, as Educadoras e a restante equipa de trabalho têm, como principal preocupação, o bem-estar da criança não esquecendo as suas necessidades básicas e as suas características individuais.

Sendo assim, os objectivos gerais são os seguintes:

  • Estimular o desenvolvimento global da criança respeitando as suas características individuais;
  • Desenvolver a expressão e comunicação (expressão motora, plástica e linguagem);
  • Promover o desenvolvimento pessoal e social da criança numa perspectiva para a cidadania;
  • Fomentar a socialização estimulando a integração da criança com o outro e com o meio;
  • Criar condições de integração das crianças no grupo;
  • Fomentar actividades de grupo como factor de desenvolvimento da socialização;
  • Interiorizar as rotinas;
  • Desenvolver capacidades de autonomia;
  • Promover hábitos de higiene;
  • Utilizar as capacidades sensitivas do corpo para o conhecimento dos objectos;
  • Desenvolver a linguagem e fomentar o diálogo;
  • Estimular a imaginação e a criatividade;
  • Utilizar diferentes técnicas de expressão;
  • Desenvolver noções de espaço e de tempo;
  • Estimular a coordenação visual - motora;
  • Desenvolver capacidades motoras globais e finas;
  • Descobrir / conhecer pessoas, animais, objectos e o mundo em geral;
  • Desenvolver e estimular a atenção e a concentração;
  • Estimular a sensibilidade e o respeito pelo outro;
  • Incentivar a participação da família;
  • Proceder à despistagem da inadaptação, deficiência ou precocidade a promover a melhor orientação e encaminhamento da criança.

Esta aprendizagem é construída a partir do que as crianças já sabem, assenta, portanto, na valorização dos seus saberes como fundamento de novas aprendizagens. Este alargamento dos saberes que a criança adquiriu no meio familiar supõe o respeito pela sua cultura de origem e o estabelecimento de uma relação com os pais.

Este processo de colaboração com os pais e a comunidade com efeitos na educação das crianças tem ainda consequências no desenvolvimento e na aprendizagem dos adultos que desempenham funções na sua educação, não só os pais e outros parceiros educativos, mas também os/as educadores/as e auxiliares de acção educativa.

  • Nesta fase, as mudanças ocorrem muito mais rapidamente que em qualquer outro período da vida;
  • Os bebés aprendem experimentando o ambiente através dos sentidos (vendo, ouvindo, saboreando, cheirando e sentindo) e através da interacção social;
  • Durante esta fase, bem como em todas as outras, todas as áreas de desenvolvimento (cognitivo, social, emocional, físico e da linguagem) estão interligadas;
  • Os bebés são dependentes dos adultos para satisfazerem as suas necessidades;
  • Toda a actuação se deve basear no conhecimento das características e necessidades de cada criança e do grupo.

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